Uso de APIs não documentadas

A Microsoft também usou uma variedade de táticas em MS-DOS e vários de seus aplicativos e ferramentas de desenvolvimento que, embora operando perfeitamente quando executado no verdadeiro MS-DOS (e PC DOS), iria quebrar quando executado na implementação de outro fornecedor de DOS. Os exemplos mais notáveis desta prática incluem:

  • QuickPascal da Microsoft lançado no início de 1989 era o produto MS primeiro que verificado para MS-DOS, modificando o programa Prefixo do segmento de programa usando funções indocumentados DOS, e, em seguida, verificou se ou não o valor associado alterado numa posição fixa dentro do segmento de dados DOS (também em situação irregular). Essa verificação também deixou em produtos posteriores do MS, incluindo Microsoft QuickC v2.5, Workbench Programador C e Microsoft v6.0.
  • O (infame) código AARD , um bloco de código no instalador do Windows 3.1 beta. Foi XOR criptografada, auto-modificando , e deliberadamente ofuscado, usando várias estruturas indocumentados DOS e funções para determinar se o Windows realmente foi executado em MS-DOS
  • Note que o Windows 3.0 beta código só deu um aviso que o Windows não funcionar corretamente em um sistema operacional “estrangeiro”. Ele tinha, de facto, correr bem em DR-DOS 6.0.
  • Interromper rotinas chamadas pelo Windows para informar MS-DOS que o Windows é iniciado / saída, a informação que o MS-DOS retido em uma bandeira IN_WINDOWS, apesar do fato de que o MS-DOS e Windows deviam ser dois produtos distintos.

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fonte : http://en.wikipedia.org/wiki/MS-DOS

FIM DO MS-DOS

    Hoje, o MS-DOS é raramente usada para computação de desktop. Desde o lançamento do Windows 95 , foi integrada como um produto completo utilizado para a inicialização , resolução de problemas, e compatibilidade com versões anteriores com o velho DOS para jogos e já não lançado como um produto independente.

  Windows XP contém uma cópia do Windows Me disco de inicialização, despojado para o arranque só. Isso só é acessível através da formatação de um disquete como um “disco de inicialização MS-DOS”. Arquivos como o driver para o suporte CD-ROM foram excluídos do disco de boot do Windows ME e os arquivos de inicialização (AUTOEXEC.BAT e CONFIG.SYS ) não tinha mais conteúdo. Este disco modificada foi a base para criar a imagem de MS-DOS para o Windows XP. Alguns dos arquivos apagados podem ser recuperados com uma ferramenta de undelete.  Com o Windows Vista os arquivos no disco de inicialização são de 18 de Abril de 2005, mas permanecem inalterados, incluindo a cadeia “MS-DOS versão 8 © Copyright 1981-1999 Microsoft Corp dentro ” COMMAND.COM .

No entanto, as únicas versões do DOS atualmente reconhecido como stand-alone OSs, e apoiada como tal pela Microsoft Corporation estão DOS 6.0 e 6.22, sendo que ambos permanecem disponíveis para download através do seu MSDN , licença de volume, e sites parceiros OEM de licença, para os clientes com as credenciais de login válido.

MS-DOS ainda é usado em sistemas x86 embarcados, devido à sua arquitectura simples, e memória mínima e requisitos do processador. O interpretador de linha de comando do NT com versões do Windows, cmd.exe , mantém a maioria dos mesmos comandos e alguns de compatibilidade com arquivos em lote do DOS.

postado por: MATHEUS FERNANDO

fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/MS-DOS

Post da semana

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Embalagem original do MS-DOS

Embalagem original do Microsoft Disk Operation System

Foto da embalagem original do MS-DOS, ainda em sua primeira versão.

Vendido com os PC da IBM e de outras máquinas, o DOS era o único sistema operacional da época (para computadores pessoais).

Windows 8

O mais novo sistema operacional da Microsoft está prestes a ser lançado. Com sua versão de testes, tanto para consumidor como para desenvolvedor já disponibilizada, ainda não há uma data certa de lançamento.

O Windows 8 tem como foco computadores sensíveis ao toque (tablets, smartphones e até mesmo desktops com touchscreen).Também contará com o tão bem falado “cloud computing”, salvando seus arquivos em servidores conectados a internet.

Sua interface é completamente nova, não há mais barra de tarefa e os atalhos para aplicativos é feito por meio de grandes icones (lembra muito o sistemas iOS e android)

Será lançado em 3 versões, sendo elas:

Windows 8 : Será a versão mais popular, com os recursos normais do SO e poderá ser instalado em computadores de 32 e 64 bits .

Windows 8 pro : Também contará com funções mais avançadas como encriptaçao de dados e virtualização de informações. Será voltada para empresas.

Windows 8 RT : Uma versão voltada para dispositivos com o chipset ARM e não poderá trabalhar como um upgrade ou seja, ela já deverá ser instalada em tablets, smartphones e outras maquinas com o processador. Essa versão virá com o Microdoft office totalmente adaptado para gadgets com touchscreen.

O SO mais utilizado no mundo, agora também contará, a partir desta versão, com uma loja de aplicativos (muito parecida com a iTunes store e com a Google Play ),o que tornará o sistema muito mais intuitivo e simples .

Postado por Matheus Lima e Igor Silva

Evolução gráfica do MS-DOS até o WINDOWS 7

Este vídeo mostra a evolução  gráfica e tecnológica que sofreu os sistemas operacionais da Microsoft desde o MS-DOS ao windows 7  uns dos mais novos  S.O.  lançados .

postado por: Matheus Fernando

Sistemas de Arquivos

Todos nós sabemos que dados, sejam eles partes de programas ou dados propriamente ditos, como um texto ou uma planilha, devem ser gravados em um sistema de memória massivo, pois a RAM é apagada toda vez que desligamos o micro.

A maneira como os arquivos(dados) são armazenados e manipulados dentro de um disco vai de acordo com o SO.

Na maioria das vezes, um disco é dividido em pequenas porções chamandas setores. Dentro de cada setor cabem 512 bytes de informação.
Multiplicando-se o número total de setores de um disco por 512 bytes, teremos a sua capacidade de armazenamento.

MS-DOS

FAT-16 –  Neste sistema de arquivos existe uma Tabela de Alocação de Arquivos (File Allocantion Table – FAT) que na verdade é um mapa de utilização do disco. A FAT mapeia a utilização do espaço do disco, ou seja, graças à ela o sistema operacional é capaz de saber onde exatamente no disco um determinado arquivo está armazenado.

LINUX

Ext2 – O sistema de arquivos ext2 é conhecido como “Second Extended FileSystem”. Foi desenvolvido para ser mais “eficiente” que o sistema de arquivos “Minix”, seu antecessor.

O Minix era muito utilizado nas primeiras versões do Linux, e foi utilizado por muitos anos.

O sistema de arquivos ext2 não possui journaling e foi substituído pelo ext3.

Ext3 – O sistema de arquivos ext3 é uma versão do ext2 com suporte a journaling. Portanto, o ext3 tem as mesmas características do ext2, mas com suporte journaling.

Essa característica foi uma evolução e tornou o ext3 um sistema de arquivos muito estável e robusto.

Como no ext3 só foi adicionado o suporte a journaling, podemos converter um sistema de arquivos ext2 para ext3, adicionado suporte a journaling, e também podemos converter um sistema de arquivos ext3 para ext2, removendo o suporte a journaling.

ReiserFS – O sistema de arquivos ReiserFS foi criado recentemente. Mas atualmente quase todas as distribuições Linux o suportam.

Sua performance é muito boa, principalmente para um número muito grande de arquivos pequenos.

ReiserFS também possui suporte a journaling.

XFS – O sistema de arquivos XFS também possui suporte a journaling. Foi desenvolvido originalmente pela Silicon Graphics e posteriormente disponibilizado o código fonte. O XFS é considerado um dos melhores sistemas de arquivos para banco de dados, pois é muito rápido na gravação.

XFS utiliza muitos recursos de cache com memória RAM, e para utilizar XFS é recomendado utilizar sistemas que possuem redundância de energia.

SWAP – SWAP é um espaço reservado para troca de dados com a memória RAM.

Em alguns lugares ele não é mencionado como um Sistema de Arquivos, mas resolvi descrever aqui pois faz parte deste artigo.

VFAT – O sistema de arquivos VFAT é também conhecido como FAT32 (M$ Windows).

O sistema de arquivos VFAT não possui suporte a journaling. É utilizado normalmente para transferir dados entre sistemas M$ Windows e o Linux instalados no mesmo disco, pois pode ser lido e escrito por ambos os sistemas operacionais.

O sistema de arquivos VFAT está longe de ser um sistema de arquivos utilizado para Sistemas Linux, exceto para compartilhamento/compatibilidade entre o M$ Windows e Linux.

Se você utilizar VFAT no Linux, esteja certo de perder alguns atributos, tais como: permissão de execução, links simbólicos, entre outras coisas.

Ambos os sistemas de arquivos ext3 e ReiserFS são maduros o bastante para serem utilizados como padrão no Linux. Esses dois são os mais utilizados pelas distribuições Linux.

Postado por:
Igor Ferreira
Matheus Lima
Matheus Fernando
Ingrid Nascimento
Gabriel Lacerda